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Aromatizantes

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O que é aromatizante?

  • São substâncias postas em alimentos industrializados com a função de dar cheiro e gosto a eles, sejam elas naturais ou sintéticas.

Pra que serve?

 
  • Os aromatizantes fazem com que o produto industrializado se pareça mais com o natural, assim os tornando aceitáveis pelo consumidor. Eles tendem a dar uma falsa impressão de naturalidade nos produtos industrializados pois causam o consumidor a pensar que são mais naturais do que realmente são, já que têm um sabor que o consumidor já conhece de um produto não industrializado.
     

Composição


  • Um grande número de ésteres possuem aromas e/ou sabores agradáveis, sendo usados como flavorizantes na forma pura ou misturadas. Os produtos informam no rótulo a existência de flavorizantes na sua composição.




     
     
     

    Tabela



     
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Tipos de aromatizantes

 
Os aromatizantes podem ser naturais, artificiais ou uma mistura dos dois. 
 
 
  
 

Aromatizantes

Artificiais
  

X

 Naturais  

 

  

Aromatizantes Naturais: 

  • Os naturais são substâncias obtidas por processos físicos, enzimáticos ou microbiológicos, como também a partir de matérias-primas aromatizantes naturais, que são os produtos de origem animal (carnes, frutos do mar, aves, ovos, laticínios, etc.) e vegetal (sumo de fruta, legumes, suco de vegetais, ervas, cascas, brotos, raízes, folhas, etc.), que podem ser utilizados no seu estado natural ou processados.  
     
     

Aromatizantes Artificiais:

Os aromatizantes artificiais são os mais comumente utilizados, principalmente na indústria alimentícia, devido ao alto custo dos extratos naturais como também pela dificuldade de encontrá-los.  

Tolerância do aditivo no alimento

  • Em praticamente todos os países do mundo, há uma restrição do uso de flavorizantes, aromatizantes, etc… Seu uso é restrito do mesmo jeito que o uso de um remédio é restrito: eles não podem ser comercializados ou utilizados se não satisfazerem as condições prescritas, como os critérios de pureza e os teores máximos de elementos ou de substâncias perigosas ou indesejáveis.

Limite exigido pelo ministério da saúde:

  • Art. 4º Os aditivos a que se refere o presente Decreto compreendem:
2) Flavorizante – a substância que confere ou intensifica o sabor e o aroma dos alimentos e aromatizantes a substância que confere e intensifica o aroma dos alimentos. 
  • Art. 15. Os flavorizantes e os aromatizantes tolerados no presente Decreto compreendem: essências naturais, essências artificiais, extratos vegetais aromáticos e flavorizantes quimicamente definidos.
Art. 16. Considera-se “essência natural”, “oléo essencial”, “oléo etéreo” ou simplesmente “essência”, o produto aromático, sápido, volátil, sob a forma oleosa, extraído de vegetais.
  • § 1º As essências naturais, puras ou em mistura, podem ser apresentadas ” in natura ” ou adicionadas de outras substâncias próprias para uso alimentar, devendo constar da rotulagem a natureza do veículo e a concentração da essência.
  • § 2º As essências naturais podem ser privadas de algum de seus componentes, desde que satisfaçam às exigências relativas às essências no que lhes seja aplicável, devendo constar da rotulagem as modificações sofridas.
  • Art. 17. Considera-se “essência artificial” o produto constituído por substâncias artificiais aromáticas, contendo ou não substâncias extraídas de vegetais.
  • Parágrafo único. As essências artificiais podem ser apresentadas em solução ou adicionadas de outras substâncias próprias para uso alimentar, devendo constar da rotulagem a natureza do diluente e o teor da essência.
  • Art. 18. Considera-se “extrato vegetal aromático” o produto aromático e sápido obtido de plantas ou de partes de plantas.
  • Art. 19. Considera-se “flavorizante quimicamente definido” o principio ativo aromático e sápido, natural ou sintético, quimicamente definido.
  • Art. 20. É proibida, aos flavorizantes, a adição:
a) de corantes, exceto o caramelo;
b) de substâncias de efeitos fisiológicos indeterminados;
c) das seguintes substâncias:
Ácidos minerais; ácidos cianídrico e seus derivados; ácido salicílico, seus sais e seus ésteres; ácidos benzóico seus sais e seus ésteres; ésteres de ácido nitroso; ésteres do ácido nítrico; brometo, cloreto e iodeto de etíla; cloroformio; éter etílico; álcool metílico; nitro benzeno; etileno glicol; di-etileno glicol; di-etileno glicol etil-éter; cumarina e outras substâncias prejudiciais à saúde.
  • Art. 21. Nos alimentos contendo essência artificial ou flavorizante sintético será obrigatório a declaração; “Aromatizado artificialmente”.
 
 
 

Alunas:  Fabíola Toscano Dias

Marcella Toscano  Dias

 Letícia Souza Lima

Jeane Barbosa

Curso : Agroindústria

Professora : Elisa Rocha

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About agrocanp

O Curso Técnico de Agroindústria foi criado em XXXX e objetiva a formação de Técnicos na área de maneira a fomentar o desenvolvimento da região. Neste curso técnico são estudadas disciplinas como Agroindústria e Microbiologia de Alimentos que tratam de assuntos relacionados a tecnologia e química de alimentos, garantia e controlde de qualidade e temas correlatados. Durante os seis primeiros meses do curso os alunos do 1º ano elaboraram uma série de trabalhos, como pesquisas, seminários, exercícios, etc e com a finalidade de concentrar, auxiliar e divulgar foi criado o blog AgroCANP. Segundo Cardoso (2007) “a blogosfera é um espaço que se alimenta dos acontecimentos do mundo que rodeia seus autores...” Cardoso (2007) afirma ainda que a grande vantagem dos blogs é apresentar histórias que estão normalmente fora do circuito central e tradicional da reportagem jornalística. O crescimento “assustador” dessa nova ferramenta de comunicação pode ser atribuído a algumas de suas características, como a facilidade de criação e a simplicidade na utilização. Outro aspecto importante do blog, é a interatividade que ele proporciona ao usuário. Através das ferramentas disponíveis nas páginas pessoais, existe a troca de opiniões, comentários, sugestões, etc. Diante desse cenário, os alunos do 1º ano do Curso Técnico de Agroindústria encontraram no blog um importante meio de comunicação interna e externa, que pode ser utilizado como instrumento para compartilhar conhecimento, acompanhar projetos, colaborar com o crescimento profissional e descobrir empreendedores. Esse trabalho tem o objetivo o desenvolvimento do blog AgroCANP pelos alunos do 1º ano do Curso Técnico de Agroindústria como ferramenta da comunicação e trabalho. Com a criação do blog AgroCANP espera-se concentrar todas as informações, publicações e trabalhos que envolvam os alunos do 1º ano do Curso Técnico de Agroindústria, de maneira que seja criado um “diário de bordo” dos 3 anos de curso técnico.

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